
Eu juro. Juro que naquele momento, o que mais passou pela minha cabeça, foi : "Nem inventa de colocar sentimento" "lembra da última vez, você se ferrou" "garotos são todos iguais", e também juro, que tentei, sim, tentei muito, mas sabe aquela ideia, que só garotas bobinhas tem? Aquela de "e se ele for diferente" "e se ele gostar de mim". Caramba! E foi assim, que tudo começou, mas você pensa que é fácil? Ver o garoto do seu "quase sonho" ali na sua frente e tentar manter a razão, ha' razão, aquela que te diz, como você não se ferrar, aquela que matem seu orgulho até o último ponto do parágrafo, aquela que te deixa insensível a tudo e a todos, e que te faz pensar que é melhor ficar sozinha do que sofrer por "amor", mas sempre o coração tem que interferir, e é o que te faz ficar na dúvida, é a parte que você fica boba, rindo sozinha, a parte do "e se. .", os detalhes, que faz esquecer do passado e pensar só no futuro com ele. O que não é bem assim.
Até aí é uma questão de escolha, até quando entra a parte que ele (o cara) te faz feliz, que ele te faz sorrir, que o momento não podia ser melhor que aquele, e até as estrelas cadentes contribuem com "nós".
E então não é mais uma escolha sua, daí pra frente, sua própria cabeça começa a pensar naquilo, você começa a acreditar em horas iguais, aquela musica se torna muito conhecida, de repente, o perfume dele é o que todos usam, todo mundo resolve falar como ele, tudo o que você vê lembra ele, depois disso, minha querida, acabou, depois disso, você pode tentar como eu tentei, mas te falo que não tem como mais.
Mas então, você pode até ter medo de dar certo em algum momento, assim como eu, pois o seu forte é dar errado, mas talvez ele seja o cara certo, bom, mas isso, só Talvez. O amor é como aquele pote de feijão que você vê na geladeira e acha que é sorvete.
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