segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Talvez eu não tenha certeza.

 Eu juro. Juro que naquele momento, o que mais passou pela minha cabeça, foi : "Nem inventa de colocar sentimento" "lembra da última vez, você se ferrou" "garotos são todos iguais", e também juro, que tentei, sim, tentei muito, mas sabe aquela ideia, que só garotas bobinhas tem? Aquela de "e se ele for diferente" "e se ele gostar de mim". Caramba! E foi assim, que tudo começou, mas você pensa que é fácil? Ver o garoto do seu "quase sonho" ali na sua frente e tentar manter a razão, ha' razão, aquela que te diz, como você não se ferrar, aquela que matem seu orgulho até o último ponto do parágrafo, aquela que te deixa insensível a tudo e a todos, e que te faz pensar que é melhor ficar sozinha do que sofrer por "amor", mas sempre o coração tem que interferir, e é o que te faz ficar na dúvida, é a parte que você fica boba, rindo sozinha, a parte do "e se. .", os detalhes, que faz esquecer do passado e pensar só no futuro com ele. O que não é bem assim.
Até aí é uma questão de escolha, até quando entra a parte que ele (o cara) te faz feliz, que ele te faz sorrir, que o momento não podia ser melhor que aquele, e até as estrelas cadentes contribuem com "nós".
E então não é mais uma escolha sua, daí pra frente, sua própria cabeça começa a pensar naquilo, você começa a acreditar em horas iguais, aquela musica se torna muito conhecida, de repente, o perfume dele é o que todos usam, todo mundo resolve falar como ele, tudo o que você vê lembra ele, depois disso, minha querida, acabou, depois disso, você pode tentar como eu tentei, mas te falo que não tem como mais.
Mas então, você pode até ter medo de dar certo em algum momento, assim como eu, pois o seu forte é dar errado, mas talvez ele seja o cara certo, bom, mas isso, só Talvez. O amor é como aquele pote de feijão que você vê na geladeira e acha que é sorvete.

domingo, 24 de novembro de 2013

Menos Orgulho por favor?


 - Aceito, disse ela ao celular
Mal sabia ela que estava cometendo um erro, talvez o maior, um daqueles que não é premeditado, daqueles que você nem vê e já aconteceu, daqueles que dá dor de cabeça, borboletas no estômago e no final lágimas e chocolate.
- Gostei muito de você, disse ele ao celular
Mal sabia ele que ela era sensível, e que não dava sorte pra essas coisas, que seria "o" cara, que iria mexer com o mais profundo do sentimento dela, que mudaria a vida dela da noite pro dia, e que depois fingiria que não aconteceu nada.
Ela aceitou ficar com ele, esperando que seria apenas para passar a carência, apenas por uma noite e se gostasse porque não duas? Esperando ele não ser o cara perfeito que ela sempre quis, só para ela ter motivos para não gostar tanto assim dele, tanto assim do jeito que ela já estava gostando antes do aceito.
Ele pediu pra ficar com ela, sem saber o quanto estava mexendo com ela, sem saber o quanto já havia mexido, sem saber que talvez ela queria algo a mais, só que para ele era impossível deixar aquilo tudo de solteiro por ela, só por ela, para ele ela era pouco demais.
Ela não queria ficar, pois sabia que era iludida demais, boba demais e que acabaria se apaixonando de novo, e que ocorreria tudo de novo, porém diferente, ela sabia que precisava parar de colocar sentimento em tudo, mas no fundo tinha esperanças.
Ele queria ficar, então, só ficar, sem sentimento, sem nada, quero dizer na hora até que podia rolar um sentimento, mas depois não, apenas isso, ele queria, mas no fundo pensava no que talvez poderia acontecer.
                Mal sabiam que eles não davam certo, pois ambos eram Orgulhosos demais..